sábado, 5 de março de 2011

De mais ou de menos...

Bom era o tempo em que eu não me preocupava com a minha vida social!
Bom era!

O que eu mais apreciava era um programa cultural na solidão e tranquilidade do meu quarto. Como ouvir música, assistir um filme ou um seriado, ler um livro ou até mesmo jogar um game no pc...

De uma certa forma eu me sentia mais conectada a mim do que hoje me sinto.

...Mas é claro que naquela época eu reclamava sobre a minha vida social!!

Bom será o tempo em que eu deixarei de reclamar sobre algo que eu nunca tive ou deixei de ter! Bom tempo será aquele em que eu apreciarei com prazer o que eu possuo...

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Sem apego, apago!

Em cima do muro esvai a firmeza da minha opinião.
Se não existe certo ou errado, então o que existe?

É aí que me perco, quando tento relevar...

Revelo portanto minha insignificância.

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Um laço me agrediu hoje na parada de ônibus

Não se preocupem, ninguém se machucou.

De certa forma o laço em si é inocente.
A única coisa que ele fez foi aparecer no raio em que minha vista alcança.

Ele era preto e brilhoso. Seu tamanho era praticamente da metade do tamanho da bolsa que enfeitava.

Tal bolsa estava pendente no ombro de um ser humano.

E assim que as coisas são.

Porque aquele ser humano, comprou aquela bolsa? Por que aquela bolsa possuía um laço? E porque aquele laço era daquele tamanho?

Por essas e por outras, as vezes tenho a impressão que alguns seres humanos não são racionais. AH! Ou melhor: são acomodados a ignorância.

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

Diario de Viagem 1

Reporto-me a você, para contar como anda essa "subtraída" de mim em relação ao mundo virutal. Pra falar a verdade, deletei o orkut e parei de jogar um jogo online. Continuei no msn e e-mail.

Resultado:

Descobri que a resposta que eu procuro, não está em me afastar do orkut.
Sim, me afastar do jogo, no caso, foi uma boa coisa! Isso sim.
Mas o que eu queria, com isso tudo, não encontrei.
Continuei sendo a mesma. Acabo fazendo as mesmas coisas de maneiras diferentes.

Que doideira de ciclo vicioso.

...

A pergunta que eu faço é:

É necessário mesmo amar a si mesmo para poder amar verdadeiramente o outro?
Ou é possível um amor fazer com que alguém passe a se amar?

domingo, 24 de agosto de 2008

Don't Explain

Me demiti do trabalho-sem-sentido.
Me exclui do mundo de ilusão da internet.

Quero mudar a minha vida, porque pior não pode ficar.
Viver na ilusão é triste.
O que passei nesses últimos tempos alienada nesse mundo virtual, foi a instantânea satisfação dos meus desejos. Que deu e passou.
A angústia permanece não importa o quanto eu tente esquecer.
A insignificância do ser humano persegue a minha mente, não importa o quanto eu tente ocupar ela com essas atividades alienadas.

Sempre tive noção disso, admito. Mas é mais fácil deixar prá lá.

Está na hora de encarar isso, tentar espantar esses fantasmas, desatar esses nós e começar a fazer a minha história, sempre em busca da verdade, vivendo essa realidade imunda de mentiras.

Por hora eu sou o vazio.
Sem objetivo.

Preciso de um motivo pra viver.

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

Ah! Olha aí..

M: mas .. q q eu vo fazer com 20 anos ? ._.
F: nao planeje. Essa sem duvidas è a melhor forma de viver. Deixe a contecer. Faça o que ti der vontade, nao se prenda a "meu deus isso nao podi."
M: mas mas mas mas... minha vida se resume a: casamae/universidade/casapai, e dentro disso se resume a: computador/estudo .. eu n quero sair loucamente de noite nas boates cheia de gnte se grudando e fumando ._.
F: nem eu >< .... mas vc ainda tem mais que eu T_T
M:
q q eu vo fazer? .. eu quero uma vida linda, cheia de coloridos e flores... de preferencia *o*
F: *o* o que seria uma vida linda pra tu?
M: seriaaaaaa uma coisa simples.. cheia de pequenos gestos que se complementam e nao são demais.. que são gostosos ... n me cansar das coisas.. ir pros lugares onde eu possa respirar e ser eu.. fazer coisas bunitas e diferentes a cada dia... PRODUZIR alguma coisa boa pro mundo.. e depois morrer em paz =D
F: simplicidade è mesmo tudo neh... Qual è o teu maior medo?
M: hmm... dxa eu pensar
F: resumido em uma palavra.
M: n vai dar pra resumir em uma palvra xD ... como eu jah consegui pensar no meu maior medo, vai ser facil eu descrever =)
F: ta ^^
M: meu maior medo é inevitavelmente ter que me prender em um emprego medíocre pra poder sobreviver... do tipo: mesma coisa todo o dia.
eh não amar ninguem e não ser amada em troca. - tipo amor da vida *o*
e começar parar de pensar, ser egoista - como algumas pessoas, louca - como outras. ignorante...
e medo do mundo em si... dos desastres naturébicos...
e dos desastres sociais T_T
F: sao muitoss neh.. mas entre eles qual... è que vc mais tem medo.. que ti apavora so de pensar, que so de tentar pensar nele vc ja acha que nao seria vida?
M: ñ amar e ñ ser amada em troca T_T pq axo q com seu amor.. os outros problemas podem ser, ou não, superados juntos... ou até aceitados juntos.. do tipo: nha.. se eh pra mim trabalhar pra sustentar a minha familia, entao tá.. pelo menos eu tenho essa familia maravilhosa qndo eu volto pra casa a noite
ou
... com meu amor, eu nao vou ficar insana
ou
... se vier um tufão aqui e todo mundo morrer, pelo menos eu amei e vou morrer com meu amor
idem pro desastre social
mas o desastre social eh um poco mais complicado
se matassem meu amor por assalto ou coisas idiotas da sociedade.. eu axo q surtaria, ficaria insana, causaria desastres naturébicos com a minha fúria e destruiria todo o sistema capitalista de trabalho do mundo inteiro >_<
F:
=OO ... entao ... ^^ eu tenho medo da solidao. ><
M:
é ._. a msma coisa
F: uhumm.. a roda da vida è movida pelo amor.

sexta-feira, 4 de julho de 2008

Hoje eu vi uma pessoa fantasiada de poste...

Ou era um poste fantasiado de pessoa?

Já não sei.

A questão era que o sujeito/objeto, se movia carregando uma placa com informações dianteiras e traseiras. Ou seja, a medida que o sujeito/objeto caminhava, levava consigo a divulgação, que eu não consegui ler do que se tratava, pois eu estava do outro lado da rua, e os carros obstruíam minha visão.

Além de tudo, pendurado em seu pescoço estava um megafone, no qual ele ampliava sua voz para fazer uma espécie de "propaganda de picolezeiro" - olha o picolé, picolé! - e, depois que terminava o "discurso", começava a distribuir panfletos - aqueles que em 98% das vezes vão parar no lixo (ou no chão). Enquanto he/it fazia essa distribuição, no megafone tocava a bagatela Por Elisa (Für Elise), de Beethoven, em volume alto e tonalidade monofônica.

Fiquei sabendo que além de música de caixinha de música, de alarme de carro e outros tipos de alarme, de musica de megafone de homem-poste-divulgador, Por Elisa também é famosa por ser conhecida como "a música do gás" - aquele de cozinha.


Interessantíssimo...