sexta-feira, 4 de julho de 2008

Hoje eu vi uma pessoa fantasiada de poste...

Ou era um poste fantasiado de pessoa?

Já não sei.

A questão era que o sujeito/objeto, se movia carregando uma placa com informações dianteiras e traseiras. Ou seja, a medida que o sujeito/objeto caminhava, levava consigo a divulgação, que eu não consegui ler do que se tratava, pois eu estava do outro lado da rua, e os carros obstruíam minha visão.

Além de tudo, pendurado em seu pescoço estava um megafone, no qual ele ampliava sua voz para fazer uma espécie de "propaganda de picolezeiro" - olha o picolé, picolé! - e, depois que terminava o "discurso", começava a distribuir panfletos - aqueles que em 98% das vezes vão parar no lixo (ou no chão). Enquanto he/it fazia essa distribuição, no megafone tocava a bagatela Por Elisa (Für Elise), de Beethoven, em volume alto e tonalidade monofônica.

Fiquei sabendo que além de música de caixinha de música, de alarme de carro e outros tipos de alarme, de musica de megafone de homem-poste-divulgador, Por Elisa também é famosa por ser conhecida como "a música do gás" - aquele de cozinha.


Interessantíssimo...

quarta-feira, 4 de junho de 2008

E o oposto da verdade...

Os opostos complementam-se, pois um é tudo o que o outro não é.
Preto é oposto ao branco. Preto é cor nenhuma. Branco é todas cores.
O pólo negativo de um imã atraí o pólo positivo. Se complementam.
Imagine um X. Os ângulos que ele forma, são de mesmo valor. Em posição, são opostos.

O oposto da verdade não é a mentira, pois mentir é manipular a suposta verdade que se conhece. Mentira é uma verdade mutante. Portanto não pode ser tudo que a verdade não é. Por mais que a mentira DEPENDA da verdade para existir, ambas não se complementam.

Se a verdade é a qualidade pela qual as coisas se apresentam tais como são, qual seria o oposto dessa realidade?

No dia-a-dia, discutimos com nossos iguais diversificados assuntos. Expomos o que acreditamos ser verdadeiro. Temos convicção no que sabemos que funciona. Levantamos a voz para explicar a nossa lógica.

Por que tantas opiniões diferentes?

As verdades variam.
Essas verdades, são verdades mutantes.
Mentiras.

Qual seria o oposto da verdade?
Inimaginável, tanto quanto a própria realidade.

quarta-feira, 21 de maio de 2008

Pilot

Sono.

Bom jeito de começar.

Apesar de eu estar pensando em escrever sobre o outono - e o quão bom é ir até a copa buscar café e, no caminho, acertar as folhas caídas com a sola do pé, torcendo para esmigalhar uma bem seca, para ouvir aquele barulinho... "creeec!". - a primeira palavra que me veio a mente quando eu abri o bloco de notas foi: sono.

Agora estou pensando: O que eu poderia escrever, que fosse atrativo o bastante para muitas pessoas permanecerem lendo esse tosquíssimo post até o final?
Bom, primeiro eu não deveria chamar ele de tosco...
Mas me diga, quem se interessa para verbos conjugados no futuro do pretérido do indicativo, que são regido pela incerteza?
Não, eu não quero saber o que deveria, poderia, haveria...

Melhor eu voltar para meu assunto principal, já que não escrevi nada sobre ele além do seu nome.
Então, hã... o sono, pois é.
...
Sabia que o sono é considerado um estado ordinário de consciência?
Eu não sei o que um estado "ordinário" significa científicamente, mas que o sono é ordinário e sacana, ele é! ...Porque, ele serve muito bem para quando precisamos dormir, mas geralmente (pelo menos pra mim), quando precisa-se dormir, não se tem sono, e quando precisa-se estar muito atento, o sono impera.

Na verdade eu to com sono pra terminar de escrever.
Vou pra aula...

Tchao.

20/05/2008
Início: 15H33
Fim: 16h10
Este post envolveu pesquisa sobre tempos verbais e sobre o sono. xD